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Bat for Lashes – Album Two Suns

Minha primeira resenha, não sou bom em escrever, quero dizer me expressar. Então, pode parecer feito, mas foi com todo meu esforço.

Album: Two Suns

Artista: Bat for Lashes

Gravadora: She Bear Records

Lançamento: 6 de abril de 2009

Myspace: www.myspace.com/batforlashes

Rockomentro: 9,0

Incrível que já tem dois anos que eu vi no G1 uma resenha sobre Bat for Lashes e três anos de lançamento do seu primeiro álbum Fur and Gold [2006]. Naquela época, eu lembro de ter curtido muito, mas foi coisa do momento. Logo depois, eu comecei a perceber o valor de Bat for Lashes: Não é só mais uma “Björk”. Suas músicas me encantavam cada vez mais.

Natasha Khan, volta com suas músicas dramáticas, som obscuro, cheios de mistérios e  sua linda e aguda voz. Este novo álbum, Two Suns, mostra um extremo de sua personalidade e suas características, dando em suas músicas um clima melancólico e extravagância. Também está com uma sonoridade mais eletrônica. O álbum abre com a música Glass que de inicio, é uma linda e agradável canção, com um ótimo ritmo de batidas, dando uma guinada ao que tem por vir. A segunda faixa do álbum, Sleep Alone, lembra na questão rítmica a música Trophy do álbum Fur and Gold. Esta canção parece ter reflexos de histórias de terror ou mistérios e faz muito sentido ao nome da música, que significa “dormir sozinho”, algo bem poético. Moon and Moon, terceira faixa do álbum, é uma canção incrível que mostra uma emoção sincera e honesta. A quarta faixa é Daniel, que apresenta uma serenidade na canção, com batidas e efeitos eletrônicos, tendo um ritmo agradável e bem popular.


Peace of Mind é quinta faixa, que significa “Paz de espírito”. Esta canção parece um hino, com um coro bem reforçado, e um ritmo simples e gostoso; realmente a música te da uma sensação de paz. A sexta faixa é Siren Song. Uma bela canção, com seus toques de piano e vocal suave, deixando a melodia bem expressiva. Pearl’s Dream, sétima faixa do álbum, tem um ritmo simples, dançante e contagiante sendo uma música para se por no ‘Repeat’. Oitava faixa, Good Love é mais uma bela canção que dá impressão de ter abandonado o estilo poético do resto do álbum, só impressão. Two Planets, nona faixa do álbum, dá a sensação de musica tribal, puxada por batidas e distorção, deixando o vocal de Khan bem leve. A próxima é Travelling Woman, uma canção magnífica, com um instrumental simples e bem agradável. E terminando tão belo quanto começou, e ainda com a participação de Scott Walker em dueto com Natasha, The Big Sleep, regida novamente por um piano induzido, vocais atraentes e sonoridades fantásticas, encerra de maneira belíssima o álbum,

Two Suns é uma ótima obra, para quem gosta de um sons com toques de terror e mistério e belas canções é um prato cheio. E para quem tem cabeça aberta e acha que Cat Power e Björk não são únicas no mundo, também é uma boa pedida!

Veja também neste blog: Rock in Press


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